Avaliação Ocupacional de Calor e Frio (8h)

Horário:

Manhã 8h30 às 12h30 – Tarde 13h30 às 17h30

Objetivo:

Apresentação das novas técnicas de avaliação quantitativa de Calor e Frio, com vistas à correta elaboração do seu PPRA, PCMAT ou LTCAT.

Conteúdo Programático:

CALOR

Os diferentes critérios das áreas da Previdência Social e do Trabalho para avaliação da exposição ao calor.

O IBUTG fornece o tempo máximo ou o Metabolismo fornece o IBUTG máximo?

O tempo certo de aclimatização ao calor. A perda da aclimatização.

A norma técnica NHO 06 da Fundacentro.

A Norma ISO de estudo mais detalhado das Taxas de Metabolismo.

Devemos usar termômetros de mercúrio ou sensores?

Porque devemos usar água destilada no termômetro de bulbo úmido natural.

A Temperatura de Bulbo Úmido e a Temperatura de Bulbo Úmido Natural.

O globo deve ser de 6 ou de 2 polegadas? A diferença entre as leituras.

Estratégia de amostragem de calor. Ciclo de exposição x situação térmica.

O tempo de estabilização dos termômetros.

Qual é o número mínimo de leituras de IBUTG a ser realizado?

O intervalo adequado entre essas leituras. Como calcular o valor final.

As restrições técnicas de uso dos termômetros digitais.

Como fazer calibração de termômetros de mercúrio?

A periodicidade de calibração de termômetros.

Como determinar o período mais desfavorável da jornada de trabalho.

Quando fazer avaliação por meio de Simulação, técnica recomendada pela Fundacentro.

Conforto Térmico versus Sobrecarga Térmica.

Utilização prática do ábaco correto para a obtenção da Temperatura Efetiva.

O cálculo do IBUTG Efetivo.

A adoção do IBUTG Valor Teto.

A influência da roupa utilizada pelos trabalhadores.

A Tabela dos índices de correção a ser utilizada.

A diferença entre Limite de Ação de calor (LA) e o Nível de Ação de calor (NA).

Como fazer avaliação quando a jornada envolver ambientes quentes e frios de forma rotineira.

FRIO

Ar condicionado nos locais de trabalho. A norma técnica brasileira. Os valores ideais de temperatura, umidade relativa do ar e velocidade do ar.

A tabela de Limites de Tolerância de Frio do Ministério do Trabalho que ficou fora da NR 15. Os Limites de Tolerância de Frio. O que diz a CLT e a ACGIH. O que usar?

Palestrante:

Marco Aurélio Luttgardes - Engenheiro de Segurança do Trabalho pela UERJ, Auditor pela Fundação Getúlio Vargas, Membro Efetivo da ABHO – Associação Brasileira de Higienistas Ocupacionais e Consultor Master de Higiene Ocupacional de três grandes grupos industriais brasileiros. Foi Auditor Fiscal do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego / DRT de São Paulo e Rio de Janeiro, onde se aposentou. Foi “Full Member” - Membro Pleno da ACGIH – American Conference of Governmental Industrial Hygienists durante seis anos consecutivos e foi HOC – Higienista Ocupacional Certificado pela ABHO durante dez anos consecutivos.  – Rio de Janeiro/RJ.


 

Faça sua inscrição no local do evento, a partir de 7 de agosto.

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Informações e inscrições:

(51) 2131.0400 | (11) 4062.5454 | treinamento@protecaoeventos.com.br

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